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by PBworks 4 years, 5 months ago
Colégio Estadual Arthur Miranda Ramos
Nomes:Ana carolina lameck ,eduardo,bruna angelica.

Por Que existe eclipse?

Gmail:lameck.leandro@gmail.com
Gmail:guidzon@gmail.com
Se voce sabe por que existe eclipse responda aqui !!!
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Certeza: Um eclipse acontece sempre que um corpo entra na sombra de outro
Assim, quando a Lua entra na sombra da Terra,acontece um eclipse lunar
Quando a Terra é atingida pela sombra da Lua, acontece um eclipse solar.
Duvida:minhas dúvidas, já que não terei tempo para experimentar o equipamento antes do eclipse.
como devo proceder para obter boas fotos?
alguem tem alguma dica?
se vc quiser saber alguma coisa e so deixar em comentarios flow
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Os Eclipses Lunares e Solares
O Eclipse, define-se como o fenômeno em que um astro deixa de ser visível, totalmente ou em parte, ou pela interposição de outro astro entre ele e o observador, ou porque, não tendo luz própria, deixa de ser iluminado ao colocar-se no cone de sombra de outro astro 1. Estes fenômenos são um pouco mais raros de acontecer do que as fases lunares e isto ocorre porque o plano da órbita lunar está inclinado de 5° (cinco graus) em relação ao plano da Eclíptica, que é o plano onde nós encontramos a Terra orbitando ao redor do Sol, como nos mostra a figura abaixo:
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Figura : O Plano da Eclíptica com o Plano da Órbita Lunar.
Como podemos observar pela , a sombra da Lua raramente encontrará com a Terra e a sombra da Terra, do mesmo modo, raramente se encontrará com a Lua. Com isso, vemos que não é em todo mês que ocorrem eclipses.
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Se prestarmos atenção na , veremos que existem condições geométricas em que a Lua, a Terra e o Sol poderão estar numa mesma linha, ou seja alinhados.

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Figura : Linha dos Nodos - posição relativa entre o plano da órbita lunar e o plano da eclíptica que permite a ocorrência dos eclipses.
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Os pontos em que o plano da órbita lunar se encontra com o plano da eclíptica chamam-se nodos e a linha imaginária que contém esses dois pontos, os nodos, é a linha nodal. Quando a linha dos nodos encontra-se alinhada com o Sol e a Lua ocupa um dos dois nodos, tem-se a ocorrência dos eclipses.
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Os pontos EL e ES significam respectivamente Eclipse Lunar e Eclipse Solar, os quais são os dois tipos de eclipses que um observador terrestre pode presenciar.
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Antes de falarmos especificamente sobre os tipos de eclipses, é necessário que nós compreendamos o significado óptico de uma sombra. Qualquer corpo que é iluminado pelo Sol produz uma sombra no espaço. Esta sombra é composta de duas partes distintas: a Umbra e a Penumbra. A Umbra (também chamada de cone de sombra) é a parte da sombra na qual a escuridão é "total", enquanto que na Penumbra, a escuridão não é tão intensa e muitas vezes imperceptível ao olho humano. Um exemplo prático é a sombra de nossos corpos quando iluminados pelo Sol. Perceba que ela tem uma região central mais densa e escura e o contorno da silhueta do nosso corpo não está definida, a qual é a região de penumbra.
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Figura : Regiões de Umbra e de Penumbra a sombra terrestre. No caso de substituírmos a Terra pela Lua, nós não teremos o desvio da radiação vermelha da luz solar pelo fato de o nosso satelite natural não possuir atmosfera.
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Os Tipos de Eclipses
Como vimos, os dois tipos principais de eclipses são os Eclipses Lunares e os Eclipses Solares. Cada um desses eclipses podem ser subdivididos em outros subtipos em decorrência de quão próxima a Lua esteja do seu nodo e da distância da Lua a Terra. Eclipses Lunares
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Os eclipses lunares acontecem quando a Lua se encontra próximo do ponto EL e podem ter três subtipos.
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A) Eclipse Lunar Penumbral: Este tipo de eclipse ocorrerá somente se a Lua, ao longo de sua trajetória, atravessar a região da penumbra terrestre. Este tipo de eclipse não é perceptível a olho nu. E pode ser medido apenas com instrumentos apropriados, pôr exemplo: um fotômetro.
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Figura : Eclipse Lunar Penumbral.
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B) Eclipse Lunar Umbral.
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Este outro tipo de Eclipse Lunar tem ainda outras duas divisões:
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B.1) Eclipse Lunar Umbral Parcial ou simplesmente Eclipse Lunar Parcial: nesse tipo, a trajetória da Lua será tal que uma parte dela passará pela umbra terrestre, como nos mostra a figura abaixo;
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Figura : Eclipse Lunar Umbral Parcial.
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B.2) Eclipse Lunar Umbral Total ou apenas Eclipse Lunar Total: nesse último tipo ocorrerá quando a Lua entrar no cone de sombra terrestre, como nos mostra a ;
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Figura : Eclipse Lunar Umbral Total.
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Eclipses Solares
Os eclipses solares acontecem quando a Lua se encontra próximo do ponto ES e podem ter três subtipos.
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A) Eclipse Solar Total: Esse tipo de eclipse acontecerá quando o tamanho aparente da Lua for maior que o Sol. Nesse caso o cone de sombra lunar produzirá sobre a superfície da Terra uma sombra escura. O observador que se encontrar na região de alinhamento do Sol com a Lua (T) verá durante alguns minutos a Lua encobrir pôr completo o Sol. Para o observador nas regiões (P) e (Q) ele verá sempre o eclipse como parcial, ou seja o disco lunar encobre parcialmente o Sol.
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Figura : Eclipse Solar Total.
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B) Eclipse Solar Anular: Esse outro tipo de eclipse ocorre quando a Lua está mais distante da Terra e seu tamanho aparente é menor que o tamanho aparente do Sol, ou seja, a Lua não cobre totalmente o Sol (região A). Quando estivermos no auge do eclipse, nós veremos um anel luminoso em volta da Lua, que nada mais é do que o próprio Sol (veja a ). Igualmente os observadores na região (P) e (Q) verão a fase parcial desse eclipse.
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Figura : Eclipse Solar Anelar.
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C) Eclipse Solar Parcial: Quando o alinhamento Sol - Lua não interceptar a superfície terrestre, um observador verá somente a fase parcial do eclipse. Somente uma parte do disco solar será obstruída pela Lua. Nesse caso somente a região de penumbra intercepta a superfície da Terra:
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Figura : Eclipse Solar Parcial.
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A Freqüência dos Eclipses
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A freqüência de ocorrência dos eclipses depende da posição entre os planos orbitais lunar e terrestre, da posição da Lua ao longo de sua órbita em termos da sua proximidade ou coincidência com os pontos nodais EL e ES e da sua distância para com a Terra. A seqüência dos eclipses se repete na mesma ordem a cada 18 anos, 11 dias e 8 horas. Esse intervalo de tempo é denominado "Período de Saros", o qual contém 70 eclipses dos quais 41 são solares e 29 são lunares. Nesse período ocorrem no mínimo dois eclipses solares em um ano e no máximo cinco eclipses solares ou três eclipses lunares e quatro eclipses solares.
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1 Conforme o verbete ECLIPSE do Novo Dicionário da Língua Portuguesa de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira
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CDA - CDCC - USP/SC 22/01/2004
Eclipse lunar:
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Estações do Ano e Eclipses
As estações do ano em nosso planeta
As estações do ano resultam do fato de que o eixo de rotação da Terra está inclinado por uns 23.5° com relação à normal ao seu plano orbital (plano da eclítica). O eixo aponta sempre na mesma direção no espaço (exceto pelos efeitos secundários de precessão e nutação, que discutiremos mais adiante), de forma que o pólo norte está por vezes inclinado na direção do Sol (de junho a agosto) e por vezes na direção oposta (de dezembro a março). Estas duas situações, obviamente, caracterizam o inverno e verão no Hemisfério Sul da Terra, sendo a situação inversa no Hemisfério Norte.
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A figura abaixo procura ilustrar a situação: o Sol é representado pela esfera no centro da figura. A linha horizontal pertence ao plano da órbita da Terra em torno do Sol (este plano é perpendicular à figura). A Terra (esfera menor) é mostrada em duas situações distintas: à esquerda, vemos a Terra no dia do solstício de dezembro. Nesta situação, os raios solares incidem perpendicularmente sobre o Trópico de Capricórnio (= paralelo de latitude φ = -23.5°). Outra maneira de dizer a mesma coisa é que a declinação do Sol é δ = -23.5°. Pelo fato do Sol iluminar mais o Hemisfério Sul, as noites são mais curtas e os dias mais longos neste hemisfério do que no Norte. A incidência mais perpendicular dos raios solares sobre o Hemisfério Sul também ajuda a aquecer as regiões a sul do Equador; inicia-se, portanto, o verão (inverno) no Hemisfério Sul (Norte) geográfico. Já na posição à direita, a Terra está no extremo oposto de sua órbita anual, sendo este então o solstício de junho. A declinação do Sol é agora δ = +23.5° e os raios solares incidem perpendicularmente sobre o Trópico de Câncer (φ = +23.5°) neste dia. Trata-se do início do inverno (verão) no Hemisfério Sul (Norte).
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O ângulo de 23.5° entre os plano equatorial e o plano orbital da Terra é chamado de obliqüidade da eclítica, sendo comumente representado pela letra grega epsilon (ε).
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Sabemos que o céu muda sazonalmente, havendo constelações visíveis somente no verão ou no inverno em cada hemisfério. Isso ocorre porque, à medida em que o Sol se move pela eclítica (como reflexo do movimento orbital da Terra em seu torno), as estrelas que aparecem no céu noturno (ou seja, que se situam longe do Sol) variam.
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Eclipses
Eclipses ocorrem quando a Terra, Sol e Lua se encontram sobre uma linha reta. Podemos então ter duas situações distintas: 1) a Lua se situa entre o Sol e a Terra, projetando sua sombra sobre esta última. 2) a Terra se situa entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre esta última. No primeiro caso temos um eclipse solar, no segundo um eclipse lunar. Note que eclipses lunares só ocorrem quando a Lua está na fase cheia, enquanto que os eclipses solares só ocorrem quando a Lua está na fase nova.
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Outra diferença é que a sombra da Lua projetada sobre a Terra não cobre toda a superfície desta última. Já a sombra da Terra é suficientemente grande (e a Lua suficientemente pequena) para cobrir toda a Lua. Assim, eclipses solares só são visíveis de alguns pontos da Terra, mas eclipses lunares são visíveis por qualquer observador que tenha a Lua acima do seu horizonte quando ocorrem.
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Por que não ocorrem eclipses todo mês?
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Por que o plano da órbita da Lua em torno da Terra não coincide com o plano da órbita da Terra em torno do Sol. Uma outra maneira de dizer isso é que a Lua não se move sobre a eclítica, mas sobre um outro grande círculo no céu, que faz um ângulo de 5° com a eclítica.
A linha que conecta os dois pontos de intersecção entre o plano da eclítica e a órbita da Lua é chamada de linha dos nodos. Somente quando a linha dos nodos aponta na direção do Sol podem ocorrer eclipses. Há, portanto, duas época ao longo do ano em que podem ocorrer eclipses. Estas épocas mudam com o tempo devido às perturbações gravitacionais sofridas pela órbita da Lua. A linha dos nodos orbitais da Lua varre um ângulo de 360º em um período de 18.6 anos (chamado de ciclo de Saros). A figura abaixo ilustra este movimento da linha dos nodos orbitais da Lua.
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A figura abaixo mostra a eclítica e a órbita da Lua projetadas sobre a esfera celeste. Elas fazem um ângulo de 5.2° entre si. Este é o valor da inclinação da órbita da Lua em torno da Terra com relação ao plano orbital da Terra em torno do Sol. Os dois nodos orbitais da Lua são também mostrados. A linha que os conecta é a linha dos nodos e somente quando a Lua Cheia ou Nova ocorrem perto destas posições temos eclipses.
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A próxima figura descreve os eclipses da Lua e do Sol usando os cones de sombra que a Lua e a Terra projetam no espaço. A luz do Sol vem da esquerda da figura. Quando a Lua está à esquerda da Terra, ela é nova, pois sua face iluminada é invisível para nós. A Lua cheia é representada à direita da Terra. No diagrama superior, as fases cheia e nova não levam a eclipses, pois o cone de sombra da Lua (da Terra) não se projeta sobre a Terra (Lua). Essas fases estão ocorrendo fora dos nodos orbitais, quando, portanto, o Sol não se situa ao longo da reta que liga a Terra à Lua. No diagrama inferior, por outro lado, os 3 astros estão alinhados, fazendo com que a sombra da Lua Nova se projete sobre uma pequena região da superfície da Terra (causando um eclipse do Sol nesta região) e com que a sombra da Terra se projete sobre a Lua Cheia (causando um eclipse lunar).
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Já a figura acima combina os elementos orbitais e o jogo de sombras para mostrar a situação favorável à ocorrência de eclipses. A linha dos nodos orbitais da Lua é a linha que corta o centro da figura. Ao longo dela vemos que as fases nova e cheia da Lua acarretam eclipses. Já quando o Sol está fora da linha dos nodos (situações mostradas nas partes à esquerda e à direita da figura), as fases nova e cheia não levam a eclipses, pois o cone de sombra da Lua (da Terra) não é projetado sobre a Terra (a Lua).
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A ocorrência de eclipses solares é devida a uma coincidência: o fato de que os diâmetros angulares da Lua e do Sol, vistos da Terra, são quase iguais.
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Mas note que o diâmetro aparente da Lua varia ao longo do mês, pois sua órbita em torno da Terra é uma elipse moderadamente excêntrica; no apogeu (ponto da órbita em que a distância é máxima) a Lua parece ser 15% menor do que no perigeu (ponto de maior aproximação à Terra). Se ocorre um eclipse solar na primeira situação, a Lua não cobrirá todo o Sol, ocasionando um
como o eclipse lunar se forma!!!

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